Mostrar mensagens com a etiqueta para meditar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta para meditar. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, março 21, 2008

Feliz Páscoa a quem a vive. Bom fim-de-semana aos restantes

A igreja católica festeja Cristo.

Inicialmente esta época era uma festa de celebração de fim de um ciclo e início de outro - anúncio do fim do Inverno e a chegada da Primavera.

Era um RENASCIMENTO: a alegria da passagem de um tempo escuro, triste e de recolhimento a que o Inverno obrigava, para um mundo iluminado com a explosão de vida nova na Natureza.

Nesta estação do ano, os antigos povos europeus homenageavam Ostera.

Ostara era a Deusa da Primavera, que era figurada segurando um ovo na mão simbolizando ambos, deusa e ovo, a chegada de uma nova vida.

Eostre era a Deusa saxônica da fertilidade. Do seu nome derivou a palavra Easter (Páscoa). Celebrada no sabath Ostara.

No ano 325 a Igreja fixa a data da Páscoa no domingo mais próximo da primeira Lua Cheia do mês lunar que começa com o equinócio da Primavera., de modo a "cair" na data dos festejos pagãos de Ostera, assim os recobrindo.

O facto é que o sentido último: o do RE-NASCIMENTO se mantém, diverso embora, pois para os cristãos, a festa da Páscoa refere-se à última ceia de Jesus com os Apóstolos, a sua prisão, julgamento e condenação à morte, seguida da sua crucifixação e ressurreição.

A celebração começa no Domingo de Ramos - entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado com ramos de palmeira - termina no Domingo de Páscoa -com a Ressurreição de Cristo.

A simbologia do renascimento mantèm-se.
A de Cristo que ressuscita e a dos homens por quem ele deu a vida para que tenham essa oportunidade.

Talvez se
ja ainda oportuno lembrar o mito (?) de Gaia, Géia ou Gê deusa da Terra, como elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora quase absurda.

Segundo Hesíodo, ela é a segunda divindade primordial, nascendo após Caos.

Com o fenómeno do aquecimento global e a crise climática no mundo, a hipótese tem ganho credibilidade entre cientistas

Gaia é a personificação do antigo poder matriarcal das antigas cultura Indo-Européias. É a Grande Mãe que dá e tira, que nutre e depois devora os próprios filhos após sua morte. É a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo.

Lembremos ainda a hipótese de Gaia, também denominada como Teoria de Gaia. ~
Esta é uma tese que sustenta ser o planeta Terra um ser vivo.
A hipótese foi apresentada em 1969 pelo investigador britânico James E. Lovelock, afirmando que a biosfera do planeta é capaz de gerar, manter e regular as suas próprias condições de meio-ambiente.
E sabem? Cada vez me parece mais coerente.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Últimas do Gato Brasa: está aparentemente recuperado, mas nunca mais voltou à actividade anterior.
Fica muito ao borralho, na cama, e até estende o pescoço para de lá comer sem sair.
Sai para me mimar e pedir que o mime e, claro, para ir ao sanitário. Mas continua um gato muito bonito com um olhar incrível e um dengue de mimalho, afinal inesperado num animal que viveu de forma selvagem tantos anos.
A gatinha, "Assustadiça" apareceu, mas ele não lhe ligou...
Está diferente. No fundo está doente e até pode ter dores.
Os gatos escondem-nas muito de nós.

domingo, abril 01, 2007

ainda a propósito da atenção que damos ao outro


Não é que sinta grande afinidade com este autor (Paulo Coelho).

Li, salvo erro, dois livros dele que me ofertaram e por aí me fiquei.
No entanto leio, ocasionalmente, na revista VIVA+ do Notícias (J.N) as suas crónicas.
Deixo um excerto da crónica do dia 30 do passado mês por ter tudo a ver com a minha postagem anterior e a preocupação que a originou.


domingo, março 11, 2007

mensagem


«Niguém pode ver a beleza se esta não existe em sua alma.

Crer-se feliz, é ser feliz.

Crer-se desgraçado ou infeliz, é ser desgraçado ou infeliz.

Desgraça e felicidade, beleza e fealdade, não nos vêm do exterior e sim brotam dentro de nossa alma.»


Esta frase para reflexão tirei-a de um livro que herdei de minha falecida e amada mulher.
Desde que me lembro de a conhecer que lembro este pequenino livro e o como foi sempre importante em sua vida e práticas:
«YOGA PARA MULHER», Chiang sing, Edições de Ouro, Rio de janeiro; Brasil (97)

Da mesma forma que assim construímos nossa realidade construímos o outro através do olhar e do pensamento.


Quando me aborrecia ou entristecia com atitudes e copmportamentos de pessoas, Maria Eduarda me dizia: "lembra-te que não te vêem, vêem imagens distorcidas de si próprias e pensam que nos estão vendo. Tendemos a ver os outros ao espelho de nossas imagens".